08 maio 2010

Véspera do dia das mães!


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É um relato!

Hoje fui à festinha dos dias das mães no colégio do meu filho... achei que veria uma apresentação e nada mais!

Mas não!

Não basta ser mãe, tem que participar... e eu toda sem jeito, como o resto das mães presentes, tive que dançar uma música, e pra minha sorte era a música tchan no hawai, algo assim... pode parecer engraçado eu falar 'para minha sorte', não que eu saiba dançar essa música, não sei, e descobri que não sei dançar naaada, e eu até hoje jurava que soubesse!

A minha sorte foi não ter caído no grupo das que tinham que dançar funk!

Entre mães, pais, filhos, professores, éramos em um número aproximado de 200 pessoas... e todos atentos à apresentação improvisada!

MORRI de vergonha, e perguntei pra professora se não tinha uma caipirinha antes do 'show'!

Meu filho MORREU de vergonha (pq foi surpresa pra eles também) e disse que estava 'pagando o maior mico'!

Começamos a dança, eu e o Gabi no fundo pra não sermos vistos... passado algum tempinho eu já estava quase relaxando e dançava como se ninguém estivesse olhando, e o Gabi também, e antes que eu me desse conta a música acabou... GRAÇAS A DEUS!

Depois desse mico eles apresentaram uma música, o Gabi cantou lindamente... "Tudo de bom que você me fizer, faz minha rima ficar tão rara... Minha Mãe, você me dá sorte na vida"... muito linda a adaptação, fiquei arrepiada o tempo todo!

Depois fomos almoçar no ginásio do colégio, galeto, massa, salada, refri e negrinho no final!

Eu, o Rodrigo, o Gabi, a Yasmin e meu pai!

Estava tudo tão harmonioso, exceto pelo fato que o Gabriel não queria que o pai dele gastasse dinheiro comprando refri, e dizia que era pra eu gastar o meu... corporativismo, mas tudo bem, não me importo com isso e acho uma graça a forma como ele acha que defende o pai!

Foi um almoço agradável, muito, mesmo, foi meu presente de dia das mães, mais um momento único com eles (meus filhos), e com o Rodrigo que me surpreende com o altruísmo e generosidade dele!

No meio do almoço eu pensei nisso que vou escrever agora:

“Fui (sou!) tão estúpida que mesmo sabendo que um dia eu deveria querer voltar, não deixei migalhas pelo chão, e não sei o caminho de volta, e como não deixei nada no lugar por onde fui passando, a paisagem do passado é tão desconhecida quanto a paisagem do futuro... por isso eu sigo, por falta de habilidade!”

Mas não lamento, apenas tudo isso me comove, e me dá esperança que um dia tudo isso de alguma forma vai se acalmar no meu coração, porque o que ele significa pra mim é algo absoluto, é incondicional, é atemporal, independe de qualquer situação e é pra sempre!

Amo meus filhos, e amo o pai do meu filho, e por eles eu quero me tornar uma pessoa melhor, e fazer pra eles o bem que eles me fazem... amém!

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