14 junho 2013

Dia 'do namorado' atrasado...


By Google

E eu que achava que queria um namorado!?!?!?!
E descubro esses dias que não...
E querendo um namorado, eu sempre achei que seria mais fácil contratar um empregado, mas os custos trabalhistas são altos...

Quero uma alma que toque a minha...
Quero um colo sempre disponível...
Quero mimos aconchegantes...
Quero que o desejo dele seja só eu, que o olhos dele brilhem só por mim...
Quero um "Alô, liguei só para ouvir a tua voz"...
Quero um "bom dia" sussurrado nos meus ouvidos...
Quero um "boa noite" com cafuné...
Quero noites quentes e tórridas nesse frio Sulista...
Quero um 'olhar' atento: às minhas (des)conversas, às minhas tristezas expostas tão escancaradamente APENAS no meu olhar...
Quero o encanto, a cumplicidade, a amizade, o interesse desinteressado...
Quero que me faça ver estrelas num quarto sem janelas...
Quero que tire todos os meus suspiros...
E por fim, QUERO que arranque sem dó o medo que eu tenho de querer tudo isso!!!!

Em troca???? Tenho a total e absoluta reciprocidade como moeda de barganha!

3 comentários:

Anônimo disse...

As vezes perto, outras tão longe. Nos encontramos no desencontro do tempo.
Tudo ilusão, por um só segundo de falsa doação.
É tão fácil se enganar, mesmo que por querer. Ir lá e poder voltar.

Anônimo disse...

Eu me pergunto quase que diariamente se aquilo que eu entendo de amor é o que realmente deve ser, como sentimento desprendido, sem posse, sem dor tb no peito. Eu não sou das que faço o tipo controladora, mas relacionamento pressupõe uma unidade, não só sexual, mas entre outras a sexual. Estar junto não só em momentos planejados e arrumadinhos para um clima, é tão necessário, quanto a própria evolução das coisas naturalmente dentro deste relacionamento. Interesse seria a palavra ideal pra definir. Não, tanto faz, é muito desdém.

Anônimo disse...

Escolha! Ela faz toda a diferença, sempre, mesmo que doa. Eu nunca vi crescimento feliz, só com dor, aquela no peito, que com o passar dos dias vai aumentando. Até chegar ao ponto de falência múltipla de órgãos. As pessoas em sua essência não são ruins, elas apenas dão aquilo que podem, as vezes podem pouco. Acabamos esperando muito.